Pular para o conteúdo principal

2 publicações com a etiqueta "comida"

Ver todas as etiquetas

Os 6 cafés de Florianópolis que mudaram nossa rotina de trabalho remoto

· 2 min para ler
Lab IA/SW
Laboratórios de IA & Desenvolvimento de Software

Os 6 cafés de Florianópolis que mudaram nossa rotina de trabalho remoto

Trabalhar remoto em Floripa parece fácil — até o terceiro dia, quando você descobre que nem todo café tem tomada disponível, que algumas pousadas cortam o wi-fi às 22h e que o "espresso" de quiosque pode ser uma surpresa amarga.

Depois de seis meses morando entre Lagoa, Centro e Campeche, montamos uma lista honesta dos seis cafés que viraram nossa base de operações.

1. Café Cultura (Lagoa da Conceição)

O clássico. Wi-fi rápido, mesa grande comunal e um cold brew que segura uma manhã inteira. Pode ficar lotado no fim de semana, mas das 9h às 11h em dia útil, é praticamente um co-working com bolo de cenoura.

2. Bracarense (Centro)

Mais tradicional, com menos tomadas, mas com o melhor pão de queijo da ilha. Ideal para reuniões curtas de 1-2 horas.

3. Origens Coffee Lab (Campeche)

Quem é fissurado em coado vai amar. Trabalham com grão de origem mapeada e tem um barista que sabe nome de fazenda da Mantiqueira de cor.

4. Box 32 (Mercado Público)

Não é exatamente um café — é um café-bar dentro do Mercado. Mas tem mesa, tomada e um cortado bem feito. Funciona até as 18h.

5. Coffee Lab Daniel Brito (Trindade)

Próximo da UFSC, lotado de estudantes, mas com pelo menos quatro mesas reservadas para quem leva notebook. Atmosfera de biblioteca-com-cheiro-de-grão.

6. Casa Aberta (Itacorubi)

O mais escondido. Cardápio menor, mas o espresso tem corpo de cinema. Vai cedo: ele fecha às 14h.

Critério principal: tomada acessível ao lado da mesa. Café bom sem energia não dura uma standup matinal.

Bolonha: por que essa cidade é a capital mundial da pasta

· 2 min para ler
Lab IA/SW
Laboratórios de IA & Desenvolvimento de Software

Bolonha: por que essa cidade é a capital mundial da pasta

Bolonha tem três apelidos: La Dotta (a culta — por causa da universidade mais antiga do mundo), La Rossa (a vermelha — pelas telhas) e La Grassa (a gorda — pela comida). É esse terceiro nome que nos interessa.

A pasta fresca como religião

Em Bolonha, pasta seca é coisa de gente apressada. A pasta de verdade é fresca, feita ovo + farinha 00, esticada à mão ou com cilindro manual. As sfogline (mulheres que fazem pasta em vitrines de rua) são uma instituição local — você passa e vê tagliatelle nascendo na sua frente.

O ragù bolonhês de verdade

Esqueça espaguete à bolonhesa. Em Bolonha, o ragù é servido com tagliatelle (massa larga, que carrega o molho) ou em lasanha verde. Os ingredientes não incluem alho. Incluem:

  • Carne de boi moída grossa
  • Pancetta
  • Sofrito de cebola, cenoura e aipo
  • Vinho branco (não tinto)
  • Leite no final (a parte controversa)
  • Tomate em pouca quantidade

Quem coloca alho em ragù em Bolonha é deportado simbolicamente.

Tortellini in brodo

O outro prato-bandeira. Tortellini minúsculos recheados de mortadela, lombo, parmigiano e noz-moscada, servidos em um caldo de carne claro e perfeito. É comida de inverno, comida de domingo, comida de avó.

Por que Bolonha não tem pizza?

A pizza é napolitana. Bolonha tem piadina — pão fino, achatado, recheado com mortadela e squacquerone. Não é pizza, mas resolve.

Onde comer (não erra)

  1. Trattoria Anna Maria — tagliatelle al ragù exemplar
  2. Sfoglia Rina — pasta fresca para levar
  3. Osteria dell'Orsa — tortellini in brodo + crostini
Tip prático:
Reserve sempre antes das 13h ou 20h.
Bolonha almoça no horário, jantar começa 19h30.